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- Química do Aquário
- Silicatos
Silicatos
Encontrados, normalmente, e, por exemplo, em areia e quartzos, estes diferentes compostos são conhecidos, coloquialmente, como silicatos. Compostos estes, que apresentam diferentes solubilidades, desde o menos solúvel Quartzo (SiO2) até ao mais solúvel ácido ortosilícico (Si(OH)4).
Na natureza, os silicatos são transportados da terra até aos oceanos através da erosão. Sendo que a sua acumulação é maior nas águas dos rios, sendo esta água responsável por 80% da introdução de silicatos no oceano. A acumulação de silicatos no oceano é impedida pelos processos biológicos de organismos (maioritariamente diatomáceas) que consumem silicatos numa taxa quarenta vezes mais rápida pela que é introduzida pelos rios. De forma similar, os organismos presentes no aquário, rapidamente reduzem os níveis de silicatos, incorporando-os nos seus processos biológicos.
Como os organismos dos aquários, normalmente reduzem os níveis de silicatos naturalmente e rapidamente, altos níveis de silicatos não deveram apresentar um perigo, mas caso o nível de silicatos esteja abaixo dos níveis naturais (em água do mar), e se pretenda manter esponjas, moluscos e/ou diatomáceas, o doseamento é recomendado, pois o seu baixo nível pode ser insuficiente para o que estes animais os usam, como, exemplo, para a formação de estruturas internas (como as espículas nas esponjas, ou as rádulas nos moluscos) essenciais para a sua vida.
Se o desenvolvimento de diatomáceas atinge níveis problemáticos em um aquário, pode ser uma indicação da existência de uma fonte substancial de silicatos solúveis (normalmente provenientes de água da torneira/fonte natural). Contaminações através de substratos são improváveis, uma vez que, a maioria dos substratos vendidos é composta maioritariamente por silicatos muito pouco solúveis (quartzo). Sendo que substrato proveniente de ambientes naturais, podem possuir silicatos mais solúveis, podendo ser uma fonte de contaminação. Caso se verifique uma contaminação, que tenha como origem a água da torneira/fonte natural, é recomendado o uso de um sistema de “purificação” da água (como os sistemas RO/DI) ou o uso de água de osmose (como substituição da água da torneira).
Encontrados, normalmente, e, por exemplo, em areia e quartzos, estes diferentes compostos são conhecidos, coloquialmente, como silicatos. Compostos estes, que apresentam diferentes solubilidades, desde o menos solúvel Quartzo (SiO2) até ao mais solúvel ácido ortosilícico (Si(OH)4).
Na natureza, os silicatos são transportados da terra até aos oceanos através da erosão. Sendo que a sua acumulação é maior nas águas dos rios, sendo esta água responsável por 80% da introdução de silicatos no oceano. A acumulação de silicatos no oceano é impedida pelos processos biológicos de organismos (maioritariamente diatomáceas) que consumem silicatos numa taxa quarenta vezes mais rápida pela que é introduzida pelos rios. De forma similar, os organismos presentes no aquário, rapidamente reduzem os níveis de silicatos, incorporando-os nos seus processos biológicos.
Como os organismos dos aquários, normalmente reduzem os níveis de silicatos naturalmente e rapidamente, altos níveis de silicatos não deveram apresentar um perigo, mas caso o nível de silicatos esteja abaixo dos níveis naturais (em água do mar), e se pretenda manter esponjas, moluscos e/ou diatomáceas, o doseamento é recomendado, pois o seu baixo nível pode ser insuficiente para o que estes animais os usam, como, exemplo, para a formação de estruturas internas (como as espículas nas esponjas, ou as rádulas nos moluscos) essenciais para a sua vida.
Se o desenvolvimento de diatomáceas atinge níveis problemáticos em um aquário, pode ser uma indicação da existência de uma fonte substancial de silicatos solúveis (normalmente provenientes de água da torneira/fonte natural). Contaminações através de substratos são improváveis, uma vez que, a maioria dos substratos vendidos é composta maioritariamente por silicatos muito pouco solúveis (quartzo). Sendo que substrato proveniente de ambientes naturais, podem possuir silicatos mais solúveis, podendo ser uma fonte de contaminação. Caso se verifique uma contaminação, que tenha como origem a água da torneira/fonte natural, é recomendado o uso de um sistema de “purificação” da água (como os sistemas RO/DI) ou o uso de água de osmose (como substituição da água da torneira).