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Copépodes Tigriopus
Descrição
Copépodes bento-pelágicos vivos Tigriopus Sp. em garrafa.
Cultivados em laboratório e alimentado exclusivamente com fitoplâncton.
Copépodes de grande tamanho, ideais para alimentar uma grande variedade de organismos incluíndo peixes.
Os copépodes são os principais consumidores primários de microalgas. Contítuem mais de 70% da composição de zooplancton de todos os oceanos.
Os tamanhos oscilam entre 120-130 µm.
Estão incluídos na dieta principal de peixes e crustáceos.
Vivem em elevadas densidades populacionais e toleram um amplo intervalo de condições físicas e químicas (temperatura, salinidade e oxigénio dissolvido), habituais nas zonas intermareais onde habitam.
Como alimento:
-Realçam a cor natural de peixes e crustáceos
-Reforçam o sistema imunitário do organismo
-São de especial importancia em habitantes do aquário com uma dieta mais delicada, seja por debilitação (por motivos de doença, stress, etc) ou por não aceitarem alimento inerte.
-Copépodes em cultivos de peixes marinhos em fase larval asseguram um desenvolvimento normal, com melhorias no crescimento e sobrevivência, reduzindo consideravelmente as doenças, malformações e pigmentação anormal
Ao serem organismos bento-pelágicos têm um movimento mais visível para os predadores, e, por isso não resistem muito tempo no aquário uma vez introduzidos, e são rapidamente consumidos
Pode ser alvo de predação por crustáceos e peixes de maior dimensão
A sua utilização o aquário deve-se a assegurar uma saudável microfauna. É crucial não esqueçer as cadeias tróficas, imitanto as condições que existem no oceano para que exista um correcto funcionamento em todos os níveis
Uma excelente fonte de alimento para peixes mais delicados e para recuperar o apetite em peixes doentes, ou até mesmo aqueles com uma dieta mais exigente (mandarins, peixes cachimbo, cavalos do mar, etc), assim como alimento para corais e outros invertebrados
Devem ser introduzidos durante a noite (quando as luzes estiverem desligadas) para que não sejam alvo de predação imediatamente. Introduzir sempre no lado contrário à saída da água do aquário.
Copépodes bento-pelágicos vivos Tigriopus Sp. em garrafa.
Cultivados em laboratório e alimentado exclusivamente com fitoplâncton.
Copépodes de grande tamanho, ideais para alimentar uma grande variedade de organismos incluíndo peixes.
Os copépodes são os principais consumidores primários de microalgas. Contítuem mais de 70% da composição de zooplancton de todos os oceanos.
Os tamanhos oscilam entre 120-130 µm.
Estão incluídos na dieta principal de peixes e crustáceos.
Vivem em elevadas densidades populacionais e toleram um amplo intervalo de condições físicas e químicas (temperatura, salinidade e oxigénio dissolvido), habituais nas zonas intermareais onde habitam.
Como alimento:
-Realçam a cor natural de peixes e crustáceos
-Reforçam o sistema imunitário do organismo
-São de especial importancia em habitantes do aquário com uma dieta mais delicada, seja por debilitação (por motivos de doença, stress, etc) ou por não aceitarem alimento inerte.
-Copépodes em cultivos de peixes marinhos em fase larval asseguram um desenvolvimento normal, com melhorias no crescimento e sobrevivência, reduzindo consideravelmente as doenças, malformações e pigmentação anormal
Ao serem organismos bento-pelágicos têm um movimento mais visível para os predadores, e, por isso não resistem muito tempo no aquário uma vez introduzidos, e são rapidamente consumidos
Pode ser alvo de predação por crustáceos e peixes de maior dimensão
A sua utilização o aquário deve-se a assegurar uma saudável microfauna. É crucial não esqueçer as cadeias tróficas, imitanto as condições que existem no oceano para que exista um correcto funcionamento em todos os níveis
Uma excelente fonte de alimento para peixes mais delicados e para recuperar o apetite em peixes doentes, ou até mesmo aqueles com uma dieta mais exigente (mandarins, peixes cachimbo, cavalos do mar, etc), assim como alimento para corais e outros invertebrados
Devem ser introduzidos durante a noite (quando as luzes estiverem desligadas) para que não sejam alvo de predação imediatamente. Introduzir sempre no lado contrário à saída da água do aquário.
Cultivados em laboratório e alimentado exclusivamente com fitoplâncton.
Copépodes de grande tamanho, ideais para alimentar uma grande variedade de organismos incluíndo peixes.
Os copépodes são os principais consumidores primários de microalgas. Contítuem mais de 70% da composição de zooplancton de todos os oceanos.
Os tamanhos oscilam entre 120-130 µm.
Estão incluídos na dieta principal de peixes e crustáceos.
Vivem em elevadas densidades populacionais e toleram um amplo intervalo de condições físicas e químicas (temperatura, salinidade e oxigénio dissolvido), habituais nas zonas intermareais onde habitam.
Como alimento:
-Realçam a cor natural de peixes e crustáceos
-Reforçam o sistema imunitário do organismo
-São de especial importancia em habitantes do aquário com uma dieta mais delicada, seja por debilitação (por motivos de doença, stress, etc) ou por não aceitarem alimento inerte.
-Copépodes em cultivos de peixes marinhos em fase larval asseguram um desenvolvimento normal, com melhorias no crescimento e sobrevivência, reduzindo consideravelmente as doenças, malformações e pigmentação anormal
Ao serem organismos bento-pelágicos têm um movimento mais visível para os predadores, e, por isso não resistem muito tempo no aquário uma vez introduzidos, e são rapidamente consumidos
Pode ser alvo de predação por crustáceos e peixes de maior dimensão
A sua utilização o aquário deve-se a assegurar uma saudável microfauna. É crucial não esqueçer as cadeias tróficas, imitanto as condições que existem no oceano para que exista um correcto funcionamento em todos os níveis
Uma excelente fonte de alimento para peixes mais delicados e para recuperar o apetite em peixes doentes, ou até mesmo aqueles com uma dieta mais exigente (mandarins, peixes cachimbo, cavalos do mar, etc), assim como alimento para corais e outros invertebrados
Devem ser introduzidos durante a noite (quando as luzes estiverem desligadas) para que não sejam alvo de predação imediatamente. Introduzir sempre no lado contrário à saída da água do aquário.
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